Como Lidar Melhor Com o Mercado do Boi?

Como Lidar Melhor Com o Mercado do Boi?
Publicado em: METODOLOGIA 360 MERCADO

Assim como as etapas de produção, intensificação e gestão, as variáveis do mercado do boi interferem significativamente no desempenho geral de uma fazenda de corte.

Por esse motivo, o mercado é um aspecto fundamental na aplicação da Metodologia 360.

Hoje vamos entender que atuar no mercado pecuário de compra e venda de gado e carne não é mais um processo intuitivo. Mas sim, uma prática fundamentada na aplicação de técnicas e na avaliação de métricas, como a taxa de desfrute e o rendimento da carcaça.

Análise de dados e planejamento na fazenda

O dolar e sua interferência na pecuária

Aqui na Fertili temos uma coisa chamada Função 360. Uma equação que indica que produção, intensificação, gestão e mercado são os pilares necessários para lucrar na pecuária de corte.

Contudo, a coleta e análise de dados de manejo e produção são essenciais para que a Função 360 seja validada dentro da propriedade.

Afinal, com dados precisos é possível tomar boas decisões estratégicas para atuar no mercado do boi.

A relação pecuarista - fazenda - mercado

O pecuarista experiente é certeiro ao submeter a sua fazenda às negociações e relações mercadológicas. Afinal, ele tem conhecimento, entende de volatilidade do dólar e não se dobra totalmente às incertezas do mercado.

Ademais, ele é um gestor eficiente. Pois, controla desde o escoamento da produção para o abate e reposição de animais ao relacionamento com frigoríficos. Entre outros agentes externos envolvidos na cadeia de produção da pecuária.

Esse produtor é o que chamamos de pecuarista 360. Pois, ele antecipa demandas e conhece a realidade do seu negócio. Ele sabe realmente se tende a ganhar ou perder ao fazer negociações no mercado. Também está ciente de quanto isso representa para a lucratividade ou prejuízo da fazenda e o que mudar. Seja em relação às práticas na lida, seja em sua postura como gestor, para melhorar os índices da propriedade na produção de corte.

Método PDCA no mercado pecuário

Dados e boa gestão são fundamentais para produzir bem na pecuária de corte. Mas ainda precisamos falar sobre o método PDCA e como ele pode ajudar na produção de carne e no mercado do boi.

Afinal de contas, com uma aplicação minuciosa do PDCA (Plan, Do, Check, Act) é possível:

  • analisar com eficácia os índices produtivos;
  • definir objetivos gerais da produção;
  • delimitar de metas de lucratividade e de crescimento;
  • minimizar os riscos da atividade pecuária em qualquer mercado.

Neste artigo, você entenderá a importância do pecuarista 360 na fazenda. Também falaremos de como é necessário entender o cenário econômico em que a sua fazenda está inserida. Assim como dicas para negociar bem o seu plantel e garantir essa lucratividade tão almejada sobre a sua atividade pecuária. Confira!

Visão geral do mercado pecuário do Brasil

A pecuária de corte tem grande importância para a economia do país. O Brasil é o segundo maior exportador de carne bovina mundial e o mercado do boi movimenta cerca de 6 bilhões de reais anuais. Além disso, temos um parque industrial que emprega cerca de 1,6 milhões de pessoas. 

Devido a essas características — alta empregabilidade e contribuição significativa para o PIB nacional —, a atividade pecuarista tem maior destaque na economia.

Apesar disso, entrar nesse segmento não significa obter lucratividade instantaneamente. O pecuarista precisa considerar a sua fazenda como um negócio. Por isso, é necessário desenvolver uma visão de gestão diferenciada, criar oportunidades e adotar boas práticas para garantir excelentes resultados.

Portanto, a mentalidade do pecuarista é o que diferencia o quartil das fazendas mais lucrativas daquelas cuja atividade não paga sequer a intensificação do manejo.

A visão do dono sobre a produção e o mercado é fundamental. Ela garante o bom desempenho que consegue pagar os custos da produção e gerar caixa.

Ou seja, é essencial para o crescimento da fazenda. Seja por meio da implementação de melhorias na própria infraestrutura, seja por meio do excelente entendimento do mercado do boi e suas variáveis.

Contudo, é impossível que o pecuarista domine o mercado sem ter controle e conhecimento sobre os índices produtivos. Vejamos quais são eles.

Índices importantes para o mercado do boi

Taxa de desfrute

Rebanho de nelore

A taxa de desfrute representa o volume de produção na fazenda em função de um referencial inicial e dentro de um determinado período de tempo. 

Nesse caso, essa métrica pode se referir ao número de cabeças ou quilos em arrobas. Seu cálculo gera uma taxa percentual do rebanho que significa o faturamento produtivo do fazenda durante o ano. 

Altas taxas de desfrute indicam uma produção satisfatória. Ou seja, alta produtividade, maior rentabilidade da fazenda e, consequentemente, maior lucratividade para a atividade pecuária.

A análise da taxa de desfrute também ajuda a identificar oportunidades de melhoria na gestão em relação a fatores como:

  • raça do gado explorado;
  • sistema de criação por pasto ou confinamento;
  • taxa de natalidade;
  • idade escolhida para o abate;
  • idade média para geração da primeira cria;
  • taxa de lotação;
  • peso do gado no momento do abate;
  • taxa de abate de fêmeas; dentre outros.

Taxa interna de retorno

A taxa interna de retorno se refere à rentabilidade da atividade em relação ao fluxo de caixa geral da fazenda. A taxa interna média mensal em um ciclo pecuário completo pode ser referenciada por índices que variam entre 1% e 1,5%. Entretanto, nas fazendas em que a atividade é profissionalizada esse índice pode chegar a 1,9%.

Desembolso por cabeça no mês

Fazendas de produção de gado de corte, produzem mais arrobas sem aumentar as despesas por unidade do rebanho. 

A adoção de práticas de manejo sustentáveis, por exemplo, colaboram com a redução do custo fixo da propriedade. Assim, melhoram os gastos mensais que também interferem na lucratividade da fazenda. 

Entretanto, esse índice não se refere aos custos fixos da fazenda. Ele é calculado de forma individual e consiste no somatório de todas as despesas realizadas por cabeça, por bezerro ou por arroba. No último caso, divide-se as despesas totais pelo peso total do rebanho.

Esse índice também é influenciado pelo mercado do boi. Pois, a maior parte dos gastos no manejo referem-se à alimentação, suplementação e cuidados com a saúde do gado. Isso, portanto, está atrelado aos valores dos produtos comercializados no país — muitas vezes influenciados pela alta do dólar —, sejam eles advindos do mercado interno, sejam eles adquiridos por meio de importação.

Rendimento de carcaça

Esse índice começa na genética. Nas fazendas de cria, é importante haver a seleção de antepassados — com base em desempenho, pedigree e valores fenotípicos, por exemplo. Além da seleção parental, o produtor também deve realizar a seleção por progênie e individual, baseada em valores fenotípicos do animal.

Também é recomendável usar técnicas reprodutivas. Como:

  • a inseminação artificial em tempo fixo (IATF)
  • a aspiração folicular com fertilização in vitro
  • a transferência de embriões para fêmeas com maior capacidade de geração dos bezerros.

Tais técnicas dão mais controle para o pecuarista de cria. Afinal sua finalidade é produzir bons bezerros e manter a saúde das vacas em dia. Com boas técnicas reprodutivas, a fazenda ganha muito. Através delas, o produtor poderá gerenciar melhor os bezerros gerados para vendê-los melhor.

Quando o produtor de recria e engorda adquire os bezerros, seu trabalho começa. Nesse sentido, o rendimento de carcaça pode ser potencializado com o uso de técnicas de nutrição e manejo de qualidade. Uma vez que isso garante uma boa deposição de gordura e o crescimento corporal dos animais.

Não é necessário dizer mais uma vez que o foco na suplementação e na boa ingestão de capim e água pelo gado deve ser constante. Em suma, o bom rendimento de carcaça está diretamente ligado a:

  • Bezerros com boa genética e saudáveis ao nascer;
  • Dieta otimizada a pasto;
  • Suplementação na seca;
  • Manutenção de pastagens;
  • Boa ingestão de água;
  • Bons manejos sanitários.

Mas esses cuidados não são apenas responsáveis pela melhoria do rendimento de carcaça, mas também da redução da idade ao abate.

Margem de lucro sobre a venda

A margem de lucro sobre a venda é a diferença entre a receita bruta com a venda das cabeças de gado e a despesa total durante o ciclo completo do animal na fazenda.

A taxa percentual média, que referencia a análise desse indicador, é de 25,7%. Entretanto, em fazendas mais lucrativas e bem-sucedidas, mantém uma margem de lucro de 40%.

Como a margem de lucro também está atrelada aos custos de produção, ou seja, o desembolso por cabeça (ou por arroba), as boas práticas de manejo, intensificação e gestão garantem melhores resultados e a diferenciação do produto.

Nesse sentido, com a produção de carne otimizada e bem gerenciada um ponto fica em evidência e pode aumentar a margem de lucro: a qualidade da carne. A fazenda que produz mais e melhor abre portas no mercado, se qualifica e pode ir para searas diferenciadas de produtividade com foco na expansão da atividade. 

Volume de exportação

A exportação é uma das formas de escoamento da carne bovina e de otimização dos resultados da fazenda. Grande parte da produção de carne nacional é destinada à exportação em 2020, por exemplo, os embarques somaram 2 milhões de toneladas, o que representa uma receita de US$ 8,4 bilhões, segundo dados da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), com base em levantamento da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

Apostar na criação de gado para exportação pode ser uma excelente alternativa para o pecuarista que quer fugir das oscilações de preço no mercado do boi comum. Entretanto, a exportação de animais requer um conhecimento de mercado ainda mais profundo, além dos requisitos de compliance envolvidos nesse tipo de operação.

Mercado do boi gordo

A exportação é uma transação no mercado do boi internacional envolve etapas como o despacho de exportação.

Nessas etapas os produtos são transportados do local de origem ao porto, armazém ou instalação de onde partirá para o comprador. Também é feito o desembaraço aduaneiro, que garante a conformidade documental e as condições de integridade e qualidade da carga nos países de origem e de destino. Por fim, é feito o despacho de importação, que antecede o transporte até o destino final.

Logo, a cada nova remessa é preciso providenciar a documentação que garante o compliance dos processos. Além disso, o exportador tem que prezar pelo atendimento dos requisitos regulamentares e de qualidade específicos do país de origem e destino. Tudo isso exige investimento em tecnologia e a adoção de melhores práticas desde o nascimento do boi.

Unidades de @ premium

Quando o pecuarista adota boas práticas de manejo e intensificação, investe em alimentação, na suplementação alimentar do gado, em melhoramento genético, na saúde e bem estar do rebanho e, principalmente, em tecnologia, a qualidade da carne produzida aumenta. Ou seja, a arroba pode alcançar status de premium e pode passar a atender mercados mais exigentes.

Para atender as exigências do mercado internacional, o pecuarista precisa observar os seguintes requisitos:

  • nascimento e criação das cabeças em território brasileiro;
  • idade menor que 30 meses no momento do abate;
  • GTA especificando idade compatível;
  • ausência de indícios de febre aftosa;
  • garantia de rastreabilidade;
  • originado de propriedades livres de doenças como vaca louca, estomatite vesicular, antraz, diarreia viral e outras doenças por pelo menos 6 meses;
  • ausência de restrições veterinárias nos últimos 12 meses;
  • inspeção pré e pós abate para identificação de lesões compatíveis com tuberculose ou brucelose, sob pena de inviabilização de toda a produção.

Esses requisitos são um parâmetro para imprimir uma boa qualidade na produção. Além disso, é preciso atentar para ações de conservação, avaliação contínua de qualidade físico-química, higiene em todas as etapas e, principalmente, pela adoção de técnicas que aprimorem sabor, maciez, suculência e aparência da carne bovina.

Como o pecuarista deve basear a sua atividade?

Sem um referencial de dados, o pecuarista não terá como basear a análise das informações da sua atividade diante do mercado do boi. Com isso, consequentemente, não saberá quais mudanças adotar para melhorar os seus índices produtivos. 

Por isso, é importante que o pecuarista 360 se aprofunde no mercado da pecuária nacional e internacional. Boas pesquisas e o estudo de relatórios que trazem informações sobre o ciclo completo de outras fazendas poderão ajudar.

Além disso, o pecuarista pode acessar o treinamento gratuito da Metodologia 360. Ele traz um panorama completo de como produzir mais e melhor e contém uma aula completa sobre Mercado do Boi.

As metas que regem o mercado da pecuária

O pecuarista pode definir metas de curto prazo e objetivos de longo prazo para a sua atividade. É sabido que essa delimitação de metas e objetivos deve seguir o método SMART (Specific, Measurable, Attachable, Relevant, Time-based). Ou seja, as metas da fazenda pecuária precisam se:

  • Específicas;
  • Mensuráveis;
  • Alcançável;
  • Relevante;
  • Em um período determinado de tempo.

Já que no contexto da pecuária de corte é preciso que essas metas sejam definidas e analisadas em relação ao cenário econômico atual e às condições do mercado, é necessário que o produtor faça um benchmarking e adote referenciais atualizados do setor. 

Muitos desses estudos são abrangentes. Afinal, englobam fazendas em contextos diferentes. Principalmente em relação a fatores como clima, relevo e raça predominante em uma determinada região — especificidades que influenciam o resultado em cada mercado. Mesmo com tamanha abrangência e variedade de cenários, a análise de dados têm grande valia para a compreensão do cenário pecuário na economia do país.

Dados do Benchmarking 2020/2021 do Instituto Inttegra:

Sobre faturamento

  • A média do faturamento por ciclo completo das fazendas nesse período foi de R $680,00 por hectare. Entretanto, a média das unidades que fazem parte dos grupos TOP 30, TOP 20 e TOP 10 foram, respectivamente, R$1614,00, R$1915,00 e R$2450,00 por hectare.
  • A taxa percentual média de rentabilidade sobre o valor venal das propriedades na safra 2020/2021 foi de 3,3%. Já as fazendas que fazem parte dos grupos TOP 30, TOP 20 e TOP 10 obtiveram, respectivamente, uma taxa de 7,9%, 9,4% e 12,2%.
  • A taxa percentual média de lucratividade da atividade em relação ao total de cabeças criadas na fazenda na mesma safra foi de 12,4%. Unidades que integram os grupos TOP 30, TOP 20 e TOP 10 obtiveram, respectivamente, uma taxa de 26,6%, 30,3% e 35,9% de lucro.

Sobre produção e manejo

  • O GMD (Ganho Médio Diário) global, ou seja, a taxa de engorda da fazenda por dia (valores definidos em gramas) — balanço de quilos finais menos balanço de quilos inicial (produtividade) dividido pelo rebanho médio — foi de 0,310 nas fazendas que tiveram prejuízo, 0,386 nas fazendas que se mantiveram dentro da média e 0,453 nas fazendas TOP rentáveis.
  • A taxa de mortalidade geral foi de 2,3% nas fazendas que tiveram prejuízo, 2% nas fazendas cuja atividade se manteve dentro da média e 1,8% nas fazendas TOP rentáveis.
  • A taxa de lotação global (UA/ha) foi de 1,51% nas fazendas que tiveram prejuízo, 1,34% nas fazendas dentro da média e 1,71% nas fazendas TOP rentáveis, mostrando que não é lucrativo obter uma taxa de lotação maior quando o GMD está abaixo da média. 
  • A produção global de arrobas por hectare média das fazendas analisadas foi de 9,1 enquanto das TOP rentáveis foi de 13,3.
  • A taxa de desfrute média foi de 45,9%, entretanto, nas fazendas em que a atividade já está profissionalizada é de 54,1%.  

Como atuar no mercado do boi?

Ter uma visão empresarial é essencial para integrar o percentual das propriedades pecuárias de corte mais rentáveis do país. Essa visão deve ser sustentada por dados, mas também pela percepção do pecuarista sobre as demandas internas e externas de sua fazenda. 

Também é importante que todos os agentes que atuam na lida desenvolvam essa capacidade de vislumbrar em curto e longo prazo. Seja em relação à sua própria atividade, como um capataz que precisa definir ações de épocas de cheia e seca, seja o próprio dono da fazenda, que planeja as suas ações com base em objetivos de rentabilidade e crescimento.

Logo, conforme aumenta-se o nível hierárquico na fazenda, maior deve ser a necessidade de abrangência da visão de gestão, assim como a projeção das ações para o futuro. 

Gestão e mercado do boi

Os princípios de uma gestão rural bem-sucedida abrangem o conhecimento profundo sobre todas as etapas do ciclo completo, mas também a disponibilização de uma infraestrutura compatível com as demandas dos animais e a mensuração constante dos resultados, a partir do uso de tecnologia como softwares e aplicativos de gestão pecuária

Para isso, o pecuarista deve estar aberto à digitalização de algumas rotinas, apuração e análise dos dados sobre cada atividade exercida na fazenda. Ainda é necessário adotar tecnologias que introduzem melhores práticas agropecuárias e modernizam sobremaneira a gestão, elevando os ganhos e equilibrando os riscos da atividade em relação ao mercado do boi.

Boi gordo e mercado do boi

Outra forma de melhorar a sua atuação no mercado é a otimização do relacionamento com o meio — o pecuarista deve desenvolver habilidades comerciais ou buscar ajuda profissional que negocie com destreza, potencializando os lucros e garantindo as melhores oportunidades de compra e venda do seu ágio.

O ágio do bezerro no mercado do boi determina o valor pago a mais na compra do bezerro em relação à arroba do boi gordo. Esse cálculo é definido pela seguinte equação

Ágio = Valor de compra por @ - Valor de Venda por @

Por exemplo, suponha que o produtor comprou uma cabeça por R$200,00 a arroba e, posteriormente, a vendeu por R$180,00 a arroba. Nesse caso, o ágio é de R$20 por arroba.

Nesse cálculo, ainda é preciso considerar a cotação atual do boi gordo, que permite verificar o percentual do ágio em relação ao preço praticado no mercado. 

Em um novo exemplo, considerando a cotação atual do boi a R$280,00 e o preço da arroba do bezerro a R$400,00, o percentual de um valor sobre o outro será de:

(R$400,00/R$280,00)*100 = 142%

Logo, o ágio será o valor que ultrapassar o 100%, ou seja, o valor que supera o preço do boi gordo, nesse caso, 42%. 

O ágio é um fator fundamental no resultado do faturamento da fazenda, podendo representar até 70% do valor total do lucro. O ideal é que ele seja inferior a 30% para não comprometer o faturamento da unidade.

A tecnologia é sua aliada

Entender o mercado do mercado do boi faz parte da atividade do pecuarista. O produtor da pecuária precisa avaliar inúmeros fatores. É importante adaptar a propriedade às variações de oferta e demanda da sua região, conhecer e buscar novas formas de agregar valor à sua atividade e negociar o ágio de forma a evitar altos valores de compra das cabeças e vendas abaixo do valor praticado no mercado.

Para dar conta de tudo isso, a precisão de dados na pecuária é fundamental. Agora que você conhece todos os aspectos que influenciam o desempenho da sua fazenda no mercado do boi, não deixe de conhecer a proposta de gestão do aplicativo 360 da Fertili para se tornar de fato, um gestor que domina a produção e o mercado.